Memória
O povo Puri mantém viva a lembrança dos ancestrais, dos caminhos e das práticas que ligam as famílias ao território.
Uma paisagem de memória, água e futuro para o povo Puri.
A Krim Orutu se organiza no Médio Rio Doce, em Minas Gerais. A relação com a água, as matas, as montanhas e os caminhos da região faz parte da memória e da vida Puri.
Este mapa é contextual. A localização precisa da retomada não é publicada nesta página por cuidado com a segurança e a autonomia da comunidade.

O Rio Doce é caminho, alimento, memória e parte da vida da região. Foto: ArionStar / Wikimedia Commons.
O povo Puri mantém viva a lembrança dos ancestrais, dos caminhos e das práticas que ligam as famílias ao território.
Os danos do rompimento de Fundão atingiram o Rio Doce, os peixes, os banhos tradicionais, a alimentação e os modos de viver.
A comunidade se organiza para permanecer, reivindicar reconhecimento e construir condições dignas para as novas gerações.
O rompimento de Fundão provoca danos profundos na bacia do Rio Doce.
A comunidade fortalece sua organização e consolida sua comissão própria de atingidos.
A retomada territorial ganha visibilidade pública e a Krim Orutu participa de agendas institucionais.
O debate sobre consulta aos povos indígenas e reparação segue em acompanhamento público.